Marcos Pereira assina Protocolo de Cooperação com a Rússia que beneficia exportação de produtos brasileiros

O documento também foi assinado pelo representante do Serviço Federal Alfandegário da Federação Russa

O documento também foi assinado pelo representante do Serviço Federal Alfandegário da Federação Russa
Reprodução/MDIC

O ministro da Indústria, Comércio Exterior e Serviços, Marcos Pereira, assinou nesta quarta-feira (21) em Moscou, na Rússia, o Protocolo de Cooperação, Informação, Intercâmbio e Assistência Mútua no Sistema de Preferências Tarifárias da União Econômica Euroasiática. O documento também foi assinado pelo representante do Serviço Federal Alfandegário da Federação Russa.

Segundo o ministro, o protocolo vai acelerar a internalização das mercadorias brasileiras que utilizam o SGP (Sistema Geral de Preferências) no território russo. O SGP russo é o regime tarifário especial oferecido a países em desenvolvimento e configura-se como a única preferência tarifária existente nas relações comerciais entre Rússia e Brasil.

De acordo com informações do ministério, atualmente o sistema permite que o Brasil exporte 2.700 itens com tarifas preferenciais, o que ajuda na competitividade dos produtos brasileiros, como explica o ministro Marcos Pereira.

— É um importante instrumento que reduz tarifas aplicadas sobre as exportações nacionais em um mercado tão concorrido, como o russo. Ou seja, o SGP contribui para a competitividade dos nossos produtos.

Entre os produtos brasileiros beneficiados pelo sistema estão carnes bovina, suína e de frango, que representam quase 45% de todos os embarques brasileiros para o mercado russo. Em 2016, a exportação desse tipo de produto chegou a US$ 2,3 bilhões.

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Marcos Pereira assina Protocolo de Cooperação com a Rússia que beneficia exportação de produtos brasileiros

O documento também foi assinado pelo representante do Serviço Federal Alfandegário da Federação Russa

O documento também foi assinado pelo representante do Serviço Federal Alfandegário da Federação Russa
Reprodução/MDIC

O ministro da Indústria, Comércio Exterior e Serviços, Marcos Pereira, assinou nesta quarta-feira (21) em Moscou, na Rússia, o Protocolo de Cooperação, Informação, Intercâmbio e Assistência Mútua no Sistema de Preferências Tarifárias da União Econômica Euroasiática. O documento também foi assinado pelo representante do Serviço Federal Alfandegário da Federação Russa.

Segundo o ministro, o protocolo vai acelerar a internalização das mercadorias brasileiras que utilizam o SGP (Sistema Geral de Preferências) no território russo. O SGP russo é o regime tarifário especial oferecido a países em desenvolvimento e configura-se como a única preferência tarifária existente nas relações comerciais entre Rússia e Brasil.

De acordo com informações do ministério, atualmente o sistema permite que o Brasil exporte 2.700 itens com tarifas preferenciais, o que ajuda na competitividade dos produtos brasileiros, como explica o ministro Marcos Pereira.

— É um importante instrumento que reduz tarifas aplicadas sobre as exportações nacionais em um mercado tão concorrido, como o russo. Ou seja, o SGP contribui para a competitividade dos nossos produtos.

Entre os produtos brasileiros beneficiados pelo sistema estão carnes bovina, suína e de frango, que representam quase 45% de todos os embarques brasileiros para o mercado russo. Em 2016, a exportação desse tipo de produto chegou a US$ 2,3 bilhões.

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Azeite ajuda na proteção contra Alzheimer, diz estudo

Os ratos que consumiram azeite estavam com o cérebro mais lúcido

Os ratos que consumiram azeite estavam com o cérebro mais lúcido
Thinkstock

O consumo rotineiro de azeite de oliva extravirgem protege da demência e do Alzheimer: esta é a principal conclusão de um estudo realizado por italianos recém publicado na revista científica “Annals of Clinical and Translational Neurology”. Conduzida pelo professor Domenico Praticò, da Lewis School of Medicine da Universidade de Temple, nos Estados Unidos, a pesquisa também teve a colaboração de Luigi Iuliano, da Universidade Sapienza de Roma.

Os estudiosos chegaram à conclusão que o azeite de oliva extravirgem ativa os processos de proteção do interior do cérebro e assim consegue combater doenças degenerativas além de ajudar na preservação da memória. Para isso, os pesquisadores usaram como cobaias ratos que iriam desenvolver Alzheimer.

Os animais foram divididos em dois grupos e em um deles foi adicionado o azeite na dieta. Tempos depois, os ratos que tinham consumido o produto, de origem italiana, cotidianamente estavam com um cérebro mais saudável e lúcido do que os mamíferos que não tiveram o azeite na sua alimentação.

Em particular, no cérebro dos primeiros, as sinapses (pontos de comunicação entre os neurônios) ainda estavam íntegras e o mecanismo de proteção chamado “autofagia”, no qual as células “limpam” o cérebro de detritos tóxicos, estava mais ativo. Assim, no primeiro grupo estavam presentes no cérebro um número menor de peptídeos beta amiloide e de proteínas tau que, em grande quantidade, indicam demência, disse Praticò.

— Graças à ativação da autofagia, a memória e a integridade sináptica foram preservadas e os efeitos patológicos nos animais destinados a desenvolver o mal de Alzheimer foram reduzidos significativamente. Essa é uma descoberta muito importante já que nós suspeitamos que a redução da autofagia marca o início do mal de Alzheimer.

O próximo passo da equipe, segundo Praticò, será observar se o azeite ainda é eficaz se for colocado na dieta em período posterior, quando o Alzheimer já foi detectado.

Óleo de coco faz tão mal à saúde quanto gordura animal e manteiga, dizem cientistas

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Azeite ajuda na proteção contra Alzheimer, diz estudo

Os ratos que consumiram azeite estavam com o cérebro mais lúcido

Os ratos que consumiram azeite estavam com o cérebro mais lúcido
Thinkstock

O consumo rotineiro de azeite de oliva extravirgem protege da demência e do Alzheimer: esta é a principal conclusão de um estudo realizado por italianos recém publicado na revista científica “Annals of Clinical and Translational Neurology”. Conduzida pelo professor Domenico Praticò, da Lewis School of Medicine da Universidade de Temple, nos Estados Unidos, a pesquisa também teve a colaboração de Luigi Iuliano, da Universidade Sapienza de Roma.

Os estudiosos chegaram à conclusão que o azeite de oliva extravirgem ativa os processos de proteção do interior do cérebro e assim consegue combater doenças degenerativas além de ajudar na preservação da memória. Para isso, os pesquisadores usaram como cobaias ratos que iriam desenvolver Alzheimer.

Os animais foram divididos em dois grupos e em um deles foi adicionado o azeite na dieta. Tempos depois, os ratos que tinham consumido o produto, de origem italiana, cotidianamente estavam com um cérebro mais saudável e lúcido do que os mamíferos que não tiveram o azeite na sua alimentação.

Em particular, no cérebro dos primeiros, as sinapses (pontos de comunicação entre os neurônios) ainda estavam íntegras e o mecanismo de proteção chamado “autofagia”, no qual as células “limpam” o cérebro de detritos tóxicos, estava mais ativo. Assim, no primeiro grupo estavam presentes no cérebro um número menor de peptídeos beta amiloide e de proteínas tau que, em grande quantidade, indicam demência, disse Praticò.

— Graças à ativação da autofagia, a memória e a integridade sináptica foram preservadas e os efeitos patológicos nos animais destinados a desenvolver o mal de Alzheimer foram reduzidos significativamente. Essa é uma descoberta muito importante já que nós suspeitamos que a redução da autofagia marca o início do mal de Alzheimer.

O próximo passo da equipe, segundo Praticò, será observar se o azeite ainda é eficaz se for colocado na dieta em período posterior, quando o Alzheimer já foi detectado.

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De resolução de conflitos online a atendimento médico em casa, startups criam novas tecnologias

Médico em casa, garantia locatícia pela internet, resolução de conflitos on-line e sem ter que acionar a Justiça ou até mesmo saber o horário exato de pegar o ônibus pelo aplicativo. Os consumidores brasileiros estão a cada vez mais adeptos as relações de consumo que promovam comodidade e praticidade. Nesse contexto, startups aproveitam essa demanda crescente e investem em novas ferramentas de serviços. Basta ter acesso a internet e pronto: sua demanda será atendida em alguns minutos.

Pesquisa recente da Global Entrepreneurship Monitor (GEM) em parceria com o Sebrae e o Instituto Brasileiro da Qualidade e Produtividade (IBQP) aponta que o Brasil é o terceiro lugar no ranking mundial de startups, com 27 milhões de pessoas envolvidas em projetos do setor, ficando atrás apenas da China e dos Estados Unidos.

O mercado é diversificado e hoje consegue atender demandas das mais variadas. Sabe aquela burocracia na hora de alugar um apartamento? Pois é, foi reduzida a um cartão de crédito. O serviço oferecido pela CredPago já está presente em 350 imobiliárias do Brasil, a empresa está avaliada em pelo menos R$ 60 milhões, e tem como um dos investidores o ator Bruno Gagliasso.

“Não precisa assinar nenhum papel ou ir ao cartório, o procedimento é todo pela internet. Em lugar da romaria em busca de documentos, basta apresentar a fatura do cartão de crédito com limite correspondente a, pelo menos, três vezes o valor do aluguel. O inquilino, entretanto, não pode ter restrições nos serviços de proteção ao crédito”, explica o CEO da CredPago, Jardel Cardoso.

Ainda na contramão da burocracia, um grupo de advogados criou uma ferramenta on-line que permite as pessoas resolverem conflitos sem ter que acionar a Justiça. Aliando experiência jurídica à tecnologia, criaram a Vamos Conciliar, uma câmara privada de conciliação e mediação on-line. De lá para cá, do total de negociações realizadas, 400 resultaram em acordos, e mais de 7 mil estão em andamento.

O empresário Matheus Mariani decidiu recorrer à Justiça depois de esperar 30 dias, sem sucesso, pelo conserto de uma fritadeira na assistência técnica da multinacional. Porém, o caso, que poderia levar anos para ser solucionado pelo Poder Judiciário, acabou sendo resolvido pela Vamos Conciliar em apenas uma semana. Por meio do chat on-line disponível no site da Vamos Conciliar, a negociação foi realizada com o representante da empresa, que estava em São Paulo, o cliente, no Espírito Santo, e o conciliador, em Brasília, tudo pela internet.

“Um caso como esse poderia demorar uma média de cinco anos caso tramitasse na Justiça, uma vez que envolveu duas unidades da Federação diferentes, e a comunicação nos processos exigiria o uso de cartas precatórias, ou seja, um tribunal conversando com outro tribunal por meio de correspondências físicas”, observa Mirian Queiroz, coordenadora da Vamos Conciliar.

E quando você depende do transporte público e já sabe, antecipadamente, a hora exata que ele vai passar no ponto de ônibus. Isso já é realidade em algumas cidades, como o Rio de Janeiro. Com celular na mão, é possível reservar poltronas, pagar a tarifa e informar o local onde deseja embarcar. Esse novo jeito de usar coletivos do Rio é possível por meio do aplicativo de celular Moov. A novidade está presente em duas linhas de ônibus executivo da cidade, os chamados frescões. Usuários garantem que a viagem melhorou: ficou mais rápida e segura.

Todos que embarcam têm cadastro a partir do momento que baixam o app, o que reduz a chance de assaltos, por exemplo, além de mais rapidez na viagem, pois o ônibus só para em pontos onde há passageiros para embarcar, diz João Zecchin, CEO da Moov.

Outro aplicativo, o Garupa, oferece serviço de mobilidade para as pessoas se deslocarem de maneira mais rápida e prática pela cidade. Com o aplicativo é possível planejar uma corrida, já saber quanto vai pagar. Os motociclistas são todos credenciados.

E a tal uberização dos serviços não para por aqui. Para evitar horas de fila de um hospital lotado e exposição a diversos tipos de vírus e bactéria, o app Dokter promete atendimento médico em casa, humanizado. Quem usou, aprovou: “Eu estava com meu filho em casa, ele começou a ter uma febre leve. Eu estava sem carro. Acessei o app e me poucos minutos o médico estava em casa. Ficou cerca de meia hora, examinou o meu filho. Me senti bem segura e não tive que expor meu filho”, disse Andressa Rodrigues.

Saiba mais em Jornal de Brasília

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