Macri trabalha a imagem para ser reeleito presidente em 2019

Macri foi o grande vencedor das eleições parlamentares

Macri foi o grande vencedor das eleições parlamentares
Reuters

Simón Bolívar (1783-1830) e José de San Martín (1778-1850), juntos, foram determinantes para a libertação de vários países da América do Sul, que conquistaram a independência em relação à Europa colonial. Desde então, misturaram-se à identidade popular, aliando a defesa dos indígenas à vigília dos direitos das classes sociais desfavorecidas. Muitos de seus seguidores, séculos depois, continuaram mantendo o discurso libertário, chamando para si a resolução dos problemas de um país.

Essa característica personalista, porém, perdeu força com a era da globalização e do media training. Foi uma espécie de contrarrevolução do mercado, na busca de diluir a imagem desses tipos de políticos, desconstruindo-as a ponto delas deixarem de atrair o afeto popular. Sedução, com isso, perdeu o protagonismo, embora muitas desigualdades permaneçam grandes na maioria dos países.

O embate do atual presidente Maurício Macri, da Argentina, com a ex-presidente Cristina Kirchner (que governou entre 2007 e 2015), mostrou o quanto isso está mudando no país. Eles se enfrentaram nas últimas eleições parlamentares, no domingo (22), ainda que de forma indireta, já que Cristina se elegeu senadora. Mesmo assim, Cristina, que já aglutinou simpatias da capital à Patagônia, demonstrou perda de popularidade. Vitorioso, o grupo de Macri até ampliou sua base de apoio. A votação renovou um terço da Câmara Federal e metade do Senado.

Foi mais um retrato de que o chamado populismo, acuado por denúncias de corrupção (Cristina responde por oito, afirmando ser perseguida pelo atual governo) e pela incapacidade de atender de forma plena as demandas urgentes dos mais pobres, deu lugar a uma busca daquilo que mais se apresenta como tranquilizador, com uma mensagem de serenidade e segurança em substituição à eloquência populista.

Em alguns países, os rompantes viscerais, como os de Nicolás Maduro e Cristina Kirchner, passaram a ser mais questionados. Perderam apelo. Na cartilha que os têm esvaziado, vinda de alas conservadoras, eles são tidos como alienados ou mal-intencionados. Ficam como os considerados loucos que se exaltam quando são retirados de um local, enquanto bradam e exigem que os larguem porque não são loucos.

Os marqueteiros de plantão captaram bem a necessidade de desatrelar seus clientes à identidade populista. Uma questão de imagem. E nessa época, imagem é tudo. Como a imagem de Cristina está muito mais desgastada do que a de Macri, o atual presidente conseguiu manter sua aliança governista com um grande número de parlamentares, mesmo em um país cujo índice de pobreza está em 30% e a inflação chega a 23%.

Argentinos terminam domingo de eleições com forte participação

Fez isso mantendo a imagem de austeridade e ao mesmo tempo garantindo que, por meio do liberalismo, tem primado pela gestão eficiente, baseado em um discruso firme e seguro (olha aí a imagem) de que o Produto Interno Bruto do país finalmente está crescendo, já que neste ano a projeção é de que chegue a cerca de 2,7%. 

Macri consolidou sua base, vencendo em 13 das 23 províncias do país, garantindo maioria inclusive na capital federal, antes Justicialista, partido que está rachado. Cristina mesmo se desvinculou dos justicialistas e entrou para o grupo Unidade Cidadã. Mas ela será uma espécie de voz isolada em meio à governista, após a maior vitória de um grupo no poder desde 1983. A ex-presidente teve dificuldades na eleição, conquistando apenas a segunda vaga por Buenos Aires e ficando atrás do candidato governista Esteban Bullrich (41,38% a 37,24%).

Neste cenário, Macri supera as críticas em relação ao aumento das tarifas, ao endividamento do país junto a bancos internacionais, à pobreza, com seu discurso pomposo e firme. Sua credibilidade não tem sido afetada nem mesmo com investigações de que, como empresário, supostamente omitiu, nas declarações de imposto, as participações em duas empresas “fantasmas”.

Cristina Kirchner luta contra “exílio” nas urnas em eleições na Argentina

A polêmica em relação à morte do artesão Santiago Maldonado, de 28 anos, cujo corpo foi encontrado na terça-feira passada (17), 81 dias após uma manifestação da qual ele foi retirado à força por policiais, também não foi suficiente para diminuir o poderio eleitoral do grupo de Macri no momento. Isso tudo em meio a fortes acusações, inclusive vinda de familiares de Maldonado, de que o governo não fez o devido esforço nas buscas.

Macri aproveita essa era em que os ventos sopram a favor de alguns em detrimento de outros. Pode-se dizer que a candidatura de ambos à reeleição em 2019 está cada vez mais consolidada. E, segundo se especula na imprensa argentina, eles pensam em ganhar já no primeiro turno. Macri e sua imagem.

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O que um RPG online pode ensinar sobre bitcoin e economia digital?

Economia em videogames é algo que pode muito bem ser examinada a fundo, especialmente quando se trata de algo dominado por trocas entre múltiplos jogadores: World of Warcraft e Diablo III possuem um mercado tão competitivo. Em Diablo III, principalmente, a casa de leilões fazia com que cada item tivesse valores para diferentes jogadores, e o mercado de baboseiras estéticas se regulava de forma autônoma. Isso é comum em outros games atuais com apetrechos visuais, como Team Fortress 2, onde chapéus e enfeites para armas justificam a existência do jogo financeiramente.

Felipe Nunes (direita) e seu fiel piloto, Vinícius

Felipe Nunes (direita) e seu fiel piloto, Vinícius
Victor Fermino, do R7

EVE Online é um desses exemplos. O jogo online foi desenvolvido pela islandesa CCP Games e lançado em 2003 e não é um simulador de naves nem um jogo de tiro, mas sim um MMORPG.

Entrevistamos Felipe Nunes, CEO da Supernova Society, uma corporação brasileira de EVE Online. Em EVE, há um sistema similar a guildas, mas elas se chamam corporações, e realmente funcionam como empresas, com presidentes eleitos pelo corpo de acionistas, lucros, projeções e até um rudimentar sistema de recursos humanos, onde você tem acesso aos dados de tudo que seu funcionário fizer enquanto for afiliado.

Nunes diz que EVE não é, entretanto, tão fácil de pegar e jogar como muitos outros games, e que para ter acesso à parte “divertida”, é preciso investir tempo e dedicação.

Muitos novatos entram achando que vão conseguir fazer tudo sozinhos: ‘eu vou ser um herói igual em Overwatch e League of Legends’, mas o EVE faz você se sentir pequeno”, diz Nunes. “Em EVE, você praticamente não existe. Se você quiser ser o herói, você tem que ser o herói. E nós temos relatos e momentos de pessoas que foram heróis — gente que é lembrada a ponto de ter monumentos dentro do jogo, [ter] velórios dentro do jogo.”

A economia de EVE não é necessariamente regulada pelos jogadores. “O problema que temos no EVE é que é muito fácil deixar muita coisa acumular nas mãos de poucos”, explica. “EVE tem pouquíssima interferência dos desenvolvedores na economia, mas às vezes [a companhia] muda algumas coisas para deixar o jogo mais dinâmico, como um banco central”.

A CCP Games faz diversas alterações nos valores dos itens e nos métodos de mineração — assim como na vida real, conseguir itens por meios naturais e depois vendê-los é uma atividade comum em EVE. Tem gente que se dedica só a minerar e vender. As alterações sutis possuem consequências poderosas: uma simples mudança na fórmula de construção de uma nave pode tornar um item caríssimo em um lixo que todo mundo tem, graças ao velho conceito de oferta e demanda.

A Supernova Society em si não está mal das pernas. Nunes diz que, quando tem um novato na corporação, o que importa é ver serviço. Ele diz que cede quantas naves forem necessárias para o novato trabalhar, seja minerando, lutando ou transportando materiais.

“Tem um piloto bem novo que está virando comandante de frota da nossa aliança”, afirma ele. “Ele chegou lá com força de vontade. E o legal é que ele não tem domínio da língua inglesa, mas muitos de nossos membros são gringos e ele está melhorando muito. Está usando isso para melhorar pessoalmente. ”

“Se você tem problemas para gerir seu tempo na vida real, você vai ter sérias dificuldades para jogar EVE”

Felipe Nunes, jogador de EVE Online

“Se você tem problemas para gerir seu tempo na vida real, você vai ter sérias dificuldades para jogar EVE. Às vezes você pode logar por só 10 minutos por dia, ou uma hora por semana, e conseguir fazer muita coisa”, conta Felipe Nunes, jogador.

Outro aspecto muito presente no mundo dos jogadores de EVE é a arte do combate: declarar guerra a qualquer aliança é extremamente barato e, no caso da Supernova Society, uma corporação grande, várias batalhas estão sendo travadas paralelamente contra várias facções.

ISK e Bitcoin

A economia virtual de EVE pode ser comparada, também, a algo sobre o qual ouvimos falar com muita frequência: o mercado de Bitcoins (ou melhor, qualquer tipo de criptomoeda).

Bernardo Faria, vice-presidente da FOXBIT, empresa brasileira de câmbio de Bitcoins, diz que, se extrapolarmos alguns conceitos, o mundo real em si é um jogo, tanto quanto EVE.

O dinheiro de EVE usa princípios parecidos com Bitcoin

O dinheiro de EVE usa princípios parecidos com Bitcoin
Reprodução/VG247

“O Brasil é um jogo, e nossa moeda é o Real, assim como EVE tem o ISK. É a mesma coisa com dólar, com peso, com iene. O que nos interessa nas moedas virtuais é que o dinheiro é uma das últimas barreiras entre os países: pegar dinheiro brasileiro e levar para a Venezuela, por exemplo, é difícil porque os bancos complicam tudo”, diz ele. “Mas quando você transforma dinheiro em dados, tudo fica mais tranquilo; mais barato.”

Para Bernardo, dinheiro é um meio de comunicação: quando você paga alguém por uma palestra, por exemplo, você está sinalizando o valor que atribui a ela, e faz essa troca usando dinheiro, ou informação. “Para essa nova geração, as coisas precisam ser simples: ficar indo ao banco, no horário deles, passando por porta giratória e esperando atendimento já é algo obsoleto. ”

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Rodrigo Batista, sócio da Mercado Bitcoin, diz que a estrutura da popular criptomoeda é similar à de EVE Online, mas que há certas diferenças-chave: “A economia em EVE é centralizada, mesmo sendo virtual e formada por dados — com Bitcoin, nunca há um órgão regulando nada. A moeda é um meio de comunicação assimétrico e descentralizado que segue o modelo de dados ponto-a-ponto. Isso quer dizer que o valor existe entre quem paga e entre quem recebe.”

Para Rodrigo, não faz sentido que uma moeda virtual seja centralizada como dinheiro no mundo real. Ele também explica que um dos maiores problemas econômicos, que é a especulação de bens, só acontece quando o público ativo não têm acesso a informações essenciais. No caso das Bitcoins, o público sempre pode se informar: a natureza aberta da moeda desencoraja certas práticas predatórias baseadas em ignorância.

Uma criptomoeda regulamentada não faz sentido, segundo Rodrigo, mas é importante que não exista um monopólio: “Se uma pessoa só concentra a moeda, ela acaba desabando“, diz ele. “Quem tiver poder para fazer isso vai fazer isso”.

Alianças e corporações muito poderosas já existiram em EVE Online, mas segundo Felipe Nunes, a CCP Games faz um ótimo trabalho ao responder a esses “monópolios”, e mesmo quando isso não acontece, os próprios jogadores já conseguem se unir para redistribuir os bens alheios.

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Ineficaz e cara, Polícia Federal precisa investir em inteligência

Para analistas, PF deveria exercer somente funções judiciárias

Para analistas, PF deveria exercer somente funções judiciárias
FolhaPress

Vulnerável à entrada de drogas por fronteiras terrestres, marítimas e aéreas pela fiscalização pouco eficiente nas suas divisas, o Brasil se tornou rota e destino de vários tipos de produtos de narcotraficantes. Segundo especialistas ouvidos pelo R7, parte dessa ineficácia se deve à fraca fiscalização das regiões fronteiriças pela Polícia Federal, uma instituição cara e que não traz resultados satisfatórios no combate ao narcotráfico.

De acordo com o presidente do Sindicato dos Policiais Federais do Distrito Federal, Flávio Werneck, a crítica à atuação da PF é comum porque é o investimento em prevenção é baixo, o que obriga o governo federal a destinar parte do orçamento para uma entidade com custo mais alto.

— Nós temos um País de dimensões continentais e como principais deficiências os controles de fronteiras com os nossos países vizinhos. Se você não investe na prevenção e ações de polícia de fronteira, depois você vai investir na repressão da polícia judiciária, que é entre dez e quinze vezes mais onerosa e mais cara para o cidadão brasileiro. O problema é que não há um investimento maciço em prevenção.

Por conta dessa deficiência, Werneck explica que a PF precisa fazer trabalhos regionais que não são de competência da instituição e cita a “falta de vontade política” em tornar o modelo de segurança pública brasileira mais eficiente.

— Primeiro o Brasil tem que investir na polícia de controle e de soberania, que é a entrada e a saída de pessoas e cargas. A gente não pode ter um número tão baixo de policiais federais nas fronteiras secas. Nós temos soluções aplicadas mundo afora que são comprovadas estatisticamente, mas que não são aplicadas no Brasil porque nós não temos vontade política para isso. Hoje o que nós estamos fazendo é prendendo muito e prendendo mal.

Para o analista criminal Guaracy Mingardi, membro do Fórum Brasileiro de Segurança Pública, a Polícia Federal deveria ter um papel mais parecido com o que o FBI, o Departamento Federal de Investigação dos EUA tem.

— A gente tem uma Polícia Federal que não é feita para trabalhos de fronteira. Ela é uma polícia mais urbana do que qualquer outra coisa. É uma polícia que era para ser investigativa e não fazer um trabalho de fronteira. A Polícia Federal deveria trabalhar como se fosse o FBI nos Estados Unidos. O FBI não previne crimes, nada isso. A única coisa que ele faz é investigar crimes.

Uma das alternativas para a otimização das fronteiras, conforme explica Mingardi, seria a existência de uma polícia específica para fronteira que fizesse um trabalho de revistar e verificar a entrada de veículos, aviões e navios, por exemplo.

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Nesse novo modelo, o analista reforça que a PF continuaria sendo acionada, mas exerceria somente uma função judiciária. O procedimento seria o mesmo que é feito quando a Polícia Militar faz uma prisão e encaminha para a Polícia Civil para fazer a parte processual dos criminosos.

— A Polícia Federal é muito cara para ficar desperdiçando na fronteira. Ela tem que trabalhar mais na questão das investigações e das grandes apreensões, não no controle da fronteira. Você desperdiça a investigação em troca de uma vigilância de fronteira que não tem efetividade e poderia ser melhor feita com uma polícia mais barata que a Polícia Federal.

Já para o coronel reformado da Polícia Militar e consultor de segurança de pública José Vicente da Silva Filho, a Polícia Federal deveria desenvolver mais estratégias nacionais de combate ao narcotráfico e atuar mais como uma coordenadora de articulação com outros órgãos de segurança. Entre eles estariam as próprias Forças Armadas e polícias estaduais, além de também estabelecer relações bilaterais de inteligência com os países fornecedores de drogas para o Brasil.

— A Polícia Federal praticamente não dialoga com essas forças estaduais. Ela tem um modo muito independente de agir e nós não temos essa estratégia nacional. É uma estratégia que deveria adotar, de um lado, a prevenção ao uso inicial e, na outra ponta, serviços de inteligência para identificar de que maneira as drogas entram, onde são administradas as compras, quem compra, qual é o sistema de ingresso no País, os itinerários dos recursos e as grandes cidades onde tudo isso vai ser distribuído.

Um dos exemplos que o ex-coronel cita como exemplo do que deveria ser seguido pela Polícia Federal são as atuações de entidades como a Interpol e do Órgão para o Controle/Combate das Drogas dos Estados Unidos (DEA na sigla em inglês).

— É importante que ela esteja antenada com voos internacionais. Nós temos a Interpol, por exemplo, e eles fazem o acompanhamento internacional de drogas. Eles mostram o percurso que até pedófilos fazem pela Europa toda. Mas esses órgãos internacionais, até o próprio DEA que está presente aqui na América do Sul, têm feito contato e eles têm verba para isso. Então eles ajudam na identificação de drogas e de rotas e na maneira como eles entram.

Outro lado

O R7 entrou em contato com a Polícia Federal via e-mail no dia 6 de outubro para ela comentar os dados de apreensões de drogas nas fronteiras brasileiras. Após várias ligações, a assessoria de imprensa disse que o responsável pelo setor de narcotráfico da instituição estava viajando a trabalho e não estava disponível para entrevistas.

Dez dias depois, no dia 16 de outubro, a reportagem enviou novamente um e-mail à instituição, mas não obteve retorno até a publicação desta matéria. O portal continua aguardando uma resposta da assessoria de imprensa.

*Sob a supervisão de Fábio Cervone

 

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Jornalista está sumido há quase 1 semana. Veja fotos e ajude a achá-lo

Jean Sgarbi está desaparecido desde quarta-feira (18)

Jean Sgarbi está desaparecido desde quarta-feira (18)
Reprodução/Facebook

O jornalista Jean Sgarbi, 25 anos,  está desaparecido há quase uma semana.

O rapaz trabalha na cidade de Santos (SP) e fez o último contato com a família na última quarta-feira (18).

Na ocasião, ia de Santos em direção a Praia Grande (SP). 

O carro de Sgarbi foi encontrado em um motel na cidade de São Vicente (SP), mas o jornalista não foi encontrado.

Segundo relatos, o jovem saiu a pé do motel e disse que iria sacar dinheiro para pagar a conta. Deixou o carro como garantia. 

Jovem foi visto pela última vez em São Vicente (SP)

Jovem foi visto pela última vez em São Vicente (SP)
Reprodução/Facebook

A carteira e os documentos, porém, foram deixados para trás.

Os amigos de Sgarbi criaram a hashtag ‪#‎meumundoémaisbonitocomjean‬ para ajudar a encontrar alguma pista do rapaz.

Se você tiver qualquer informação sobre o paradeiro de Jean Sgarbi, entre em contato com os seguintes telefones:

(11) 98140-5789 – FALAR COM CAROL

(13) 99112-3253 – FALAR COM SORAIA

(13) 3493-1930/(13) 99682-7202 – FALAR COM JORGE OU MIRIAM

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