Hospital São Paulo restringe internações

Principal referência em atendimento de urgência de alta complexidade na zona sul da capital paulista, o Hospital São Paulo vai suspender, a partir de hoje, as internações eletivas (não urgentes). O centro médico, que é vinculado à Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), passa por crise financeira e diz sofrer com a falta de materiais e insumos essenciais para a realização dos atendimentos.

A decisão de interrupção de parte das internações foi tomada ontem pelo Conselho Gestor e pela Direção Executiva do hospital “diante da impossibilidade de manter os estoques de insumos hospitalares e medicamentos necessários para o atendimento da demanda atual” da instituição. A medida, diz o hospital, visa a “minimizar os riscos aos pacientes internados”.

Atualmente, cerca de 1,5 mil pessoas são atendidas diariamente só no pronto-socorro do hospital. Segundo a direção da instituição, a maioria delas, porém, busca o serviço como porta de entrada para consultas em especialidades médicas. Esse tipo de atendimento, por exemplo, ficará suspenso temporariamente. O atendimento ambulatorial e outros serviços, como a quimioterapia, serão mantidos.

Custeado principalmente por verba do Ministério da Saúde, o hospital disse, em nota, que as despesas da instituição cresceram 60% de 2010 a 2016 e que a direção chegou a buscar empréstimos bancários e contrair dívidas com fornecedores.

Afirmou ainda que os gestores estadual (Secretaria da Saúde) e federais (Ministérios da Saúde e da Educação) estão cientes, “pois são alertados constantemente” pela direção do Hospital São Paulo “das dificuldades financeiras e assistenciais da instituição – agora agravadas pela crise na economia e o consequente aumento da migração de pessoas para o SUS (Sistema Único de Saúde).”

A crise do Hospital São Paulo, de fato, não é nova. Em junho de 2015, a direção da instituição também suspendeu temporariamente as internações eletivas pelas mesmas razões.

Respostas

Questionado sobre a situação do centro médico, o Ministério da Saúde afirmou que o repasse de recursos é realizado por meio da Secretaria Estadual da Saúde de São Paulo, que recebe a verba federal a ser enviada ao hospital dentro do montante total de recursos para média e alta complexidade (MAC) do Estado. Segundo o ministério, são repassados ao governo estadual anualmente R$ 8,6 bilhões somente para procedimentos do grupo MAC e, além deste valor, diz o órgão federal, São Paulo recebeu um acréscimo de R$ 246 milhões em 2016. O ministério afirma ainda repassar R$ 53,9 milhões por ano diretamente ao Hospital São Paulo.

A Secretaria Estadual da Saúde disse que o Hospital São Paulo é um serviço federal e que, além de transferir os recursos do ministério para a unidade, auxilia o hospital de forma “totalmente voluntária”, tendo repassado à instituição, desde 2015, mais de R$ 200 milhões. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

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Windows 10 build 15063 já está disponível no canal de distribuição Release Preview

Com o lançamento do Windows 10 Creators Update se aproximando, a Microsoft disponibilizou nesta semana para os participantes do Windows Insider Program no canal de distribuição Release Preview o Windows 10 build 15063.

Windows 10 build 15063 já está disponível no canal de distribuição Release Preview

O canal de distribuição Release Preview é utilizado para testar a distribuição das atualizações poucos dias antes da disponibilidade para o público.

Ele é recomentado para quem quer correr “menos riscos” mesmo fazendo parte do Windows Insider Program.

É possível alternar entre os diferentes canais de distribuição facilmente no aplicativo Configurações do Windows 10:

Baboo – Tecnologia e Ciência
Baboo – Tecnologia e Ciência

O Windows 10 Creators Update (build 15063; v1703) será lançado no dia 11 de abril pela Microsoft. Ele começará a ser distribuído via Windows Update nesta mesma data.

Quem não quiser esperar o lançamento no dia 11 já pode utilizar as ISOs disponibilizadas nesta semana para uma instalação limpa ou poderá utilizar o novo Assistente de Atualização a partir do dia 5 de abril.

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O homem que vendeu sua página na internet 'pixel por pixel' e ficou milionário

Aos 21 anos, Tew vendeu cada pixel por US$ 1
GettyImages

Alex Tew não é daqueles que se deixam levar pela corrente. Seu mantra sempre foi conferir em que os demais estão concentrados e fazer exatamente o oposto.

Em 2005, sua única obsessão era juntar dinheiro para pagar um curso de gestão empresarial na Universidade de Nottingham, na Inglaterra.

Para a maioria dos jovens, isso significava buscar um emprego de meio período ou contrair um empréstimo.

Aos 21 anos, contudo, o rapaz decidiu bancar os estudos criando um site chamado The Million Dollar homepage (“A homepage de um milhão de dólares”) para vender espaço publicitário na internet a US$ 1 por pixel, em blocos de 100 pixels (10×10).

“Eu literalmente não tinha dinheiro e a universidade me preocupava”, conta. “Apenas pensei nessa estratégia meio maluca de fazer dinheiro rápido que ganhou vida própria.”

Em quatro meses, o site ficou bem conhecido e esgotou seus espaços. Tew tinha alcançado sucesso, fama e seu primeiro milhão. E largou a universidade no fim do ano.

Os anunciantes variavam de jornais a sites de venda de cerveja, passando por cassinos online. Tew disse que não mirava nenhum setor em particular, apenas “qualquer um interessado em comprar pixels”.

Também atraiu muita inveja. A ideia principal da página (vender pixels) poderia ter ocorrido a qualquer um, mas Tew foi o primeiro.

Inovação permanente

Avance esse filme 11 anos e Tew ainda está fazendo as coisas de modo diferente da maioria – e bem distinto de como vivia em 2005.

Hoje ele mora em San Francisco, na Califórnia (EUA), longe de suas raízes no sudoeste da Inglaterra.

É também o fundador e CEO da start-up Calm, que oferece um aplicativo de mesmo nome para dispositivos móveis, com narrações e programas de meditação para relaxamento. O app também traz imagens e sons de chuva, ondas e correntes de água.

“É como ter um santuário no bolso”, diz ele.

O app é gratuito, mas usuários podem optar por uma assinatura mensal, anual ou vitalícia, com mais programas de meditação e opções.

O negócio da calma

Tew não está sozinho na missão de ganhar dinheiro tentando levar mais tranquilidade à vida das pessoas.

Há uma lista crescente de concorrentes que oferecem aplicativos de mindfulness (consciência ou atenção plena) e meditação, como Headspace, Buddhify e Smiling Mind.

Apenas em 2015, a indústria da meditação e do mindfulness movimentou cerca de US$ 1 bilhão, segundo a firma de investigação de mercado IbisWorld.

Recentemente, a cofundadora do site de notícias Huffington Post, Ariana Huffington, deixou seu império midiático para encabeçar a nova startup de autoajuda Thrive Global, cujo objetivo é reduzir o estresse das pessoas.

Celebridades adeptas da meditação, como Hillary Clinton, Oprah Winfrey e Paul McCartney, ajudam a manter o interesse em torno do setor.

Hobby antigo

Para Tew, a busca pela calma remonta ao período em que tinha 14 anos e começou a praticar meditação. “Sempre me interessei pela psicologia e pelo desenvolvimento humano.”

“Pensava que era algo que deveria estar na internet, um guia sobre meditação e mindfulness”, afirma.

Quando fundou a Calm, em 2012, pensou no negócio como um site normal. Um ano mais tarde, a firma entrou para o mundo móvel, com um aplicativo.

Hoje a empresa tem seis milhões de usuários e já recebeu três rodadas de financiamento que somaram US$ 1,5 milhão.

Tew não revela o faturamento da Calm, mas diz que a firma está “fazendo milhões de dólares por ano” em receita.

Longo caminho

Mas a trajetória de Tew não foi só de sucesso.

Com a fama repentina trazida pela Million Dollar Homepage, as ideias antigas sobre criar uma página sobre meditação ficaram na gaveta, enquanto ele tentava outros projetos na linha “dinheiro rápido”.

“Estava cheio de ideias e confiança e me esqueci um pouco do que poderia ser realmente interessante”, afirma ele hoje.

O jovem empresário embarcou em projetos que não decolaram. Primeiro foi o Pixelotto, una iniciativa derivada da Million Dollar Homepage que vendia espaço publicitário. Depois a PopJam, uma rede social para compartilhar conteudo engraçado, e o One Million People, parecido com o a primeira iniciativa de sucesso, mas com fotos no lugar de anúncios.

Tew acabou se mudando para San Francisco quando seu amigo inglês e fundador da rede social Bebo, Michael Birch, o convidou a trabalhar com ele na incubadora de empresas de tecnologia Monkey Inferno.

Birch diz que adorava a energia e o pensamento criativo de Tew. “Ele é um homem de ideias”, afirma. “Não tem medo de pensar alto, mas consegue focar nas ideias e persegui-las com grande determinação”, afirma o empresário, que sabia que seria difícil manter o amigo no time por muito tempo.

“Ele se mudou para os EUA para trabalhar comigo em alguns projetos, mas nunca perdeu de vista a ideia de seus próprios negócios.” Menos de um ano depois, Tew sairia para fundar a Calm.

Hoje, os 32 anos, o empreendedor diz ter completado um ciclo.

Mas ele diz que não foi fácil apresentar, ao lado do sócio Michael Acton Smith, o projeto da Calm a investidores. “Foi um desafio convencer as pessoas que era uma boa ideia”, afirma.

Essa desconfiança, no entanto, não é necessariamente ruim, avalia o jovem empresário.

“Quando dizem que sua ideia é um pouco estranha ou ‘não a entendem’, pode ser algo bom. No fundo eu sabia que era algo acertado.”

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Diluir imunizante é 'ludibriar o povo', critica especialista

Professor da Universidade de Brasília (UnB) e um dos maiores especialistas em febre amarela do Brasil, Pedro Tauil criticou a proposta de fracionar a vacina contra febre amarela neste momento. “Isso foi usado em Angola, mas as condições eram totalmente diferentes. O país estava em meio a uma epidemia de febre amarela urbana e não havia vacina disponível.”

Os casos registrados até o momento são silvestres. Justamente por isso, disse, bastaria garantir a imunização nas áreas consideradas de risco e providenciar a vacinação de bloqueio em regiões próximas de epizootias (morte de macacos). “Não temos no momento necessidade do fracionamento. Isso é ludibriar o povo”, afirmou.

Assim como Tauil, o pesquisador da Fiocruz Cláudio Maierovitch considera o fracionamento desnecessário.

“Não tem sentido vacinar indiscriminadamente áreas urbanas populosas enquanto o vírus circula nas matas”, disse. Ele observou ainda haver o risco de a população, com receio de a vacina ser menos eficaz, tomar mais de uma dose.

Para o pesquisador André Siqueira, no entanto, a estratégia é bem-vinda. “Além de trazer maior tranquilidade, ela pode evitar, por exemplo, o risco do reaparecimento da febre amarela urbana”, avaliou. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

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Atualização para WhatsApp permite adicionar GIFs pelo teclado

Folha Vitória – Cidades 2
Folha Vitória – Cidades 2

Quem gosta de mandar GIFs pelo Whats já pode comemorar
Foto: Thamiris Guidoni

Os usuários de WhatsApp que gostam de utilizar os famosos GIFs já podem comemorar. Pensando em facilitar ainda mais a vida daqueles que gostam de usar o recurso, foi anunciado que a atualização mais recente do aplicativo permite que os usuários possam adicionar essas animações diretamente pelo teclado Gboard.

A novidade é exclusiva para aqueles que possuem a versão 2.17.110 do WhatsApp Beta para Android. A atualização também faz com que o teclado da Google passe a ser totalmente funcional dentro do aplicativo, sendo que o botão de acesso ao menu de GIFs aparece ao lado do atalho para a inclusão de emojis.

Um detalhe é que os usuários podem buscar os GIFs com o apoio do teclado da Gigante das Buscas utilizando expressões prontas que aparecem no rodapé, o que certamente ajuda a filtrar as inúmeras opções existentes.

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