SAI DA FRENTE: Eike Batista já começou a negociar um acordo de delação premiada com o Ministério Público Federal

Eike Batista “já começou a negociar um acordo de delação premiada com o Ministério Público Federal”, diz o Valor.

“Se a delação premiada se concretizar, Eike pode detalhar questões sobre contratos com o BNDES e a Caixa Econômica Federal”.

O Antagonista

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Jovem é morto durante assalto na região metropolitana de Salvador 

O caso será investigado pela 18ª DT
Reprodução/Record TV Itapoan

Um jovem foi morto a tiros na última quinta-feira (30), em Camaçari, região metropolitana de Salvador. Segundo a polícia, Bruno Olindo Oliveira, de 18 anos, era funcionário de um supermercado.

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Ainda de acordo com a polícia, a vítima foi abordada pelos bandidos quando saía do trabalho na Estrada das Cascalheiras.

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O jovem estava com um relógio no pulso, o que chamou atenção dos bandidos, que depois de tomar o objeto, atiraram e fugiram. O caso será investigado pela 18ª DT (Delegacia Territorial), de Camaçari.

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Jovem é morto após ter relógio roubado durante assalto em Camaçari

O caso será investigado pela 18ª DT
Reprodução/Record TV Itapoan

Um jovem foi morto a tiros na última quinta-feira (30), em Camaçari, região metropolitana de Salvador. Segundo a polícia, Bruno Olindo Oliveira, de 18 anos, era funcionário de um supermercado.

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Ainda de acordo com a polícia, a vítima foi abordada pelos bandidos quando saía do trabalho na Estrada das Cascalheiras.

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O jovem estava com um relógio no pulso, o que chamou atenção dos bandidos, que depois de tomar o objeto, atiraram e fugiram. O caso será investigado pela 18ª DT (Delegacia Territorial), de Camaçari.

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Trump assina dois decretos para combater abusos no setor comercial dos EUA

Washington – O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, assina nesta sexta-feira dois decretos voltados para combater abusos no setor comercial. Se na campanha ele prometia renegociar uma série de importantes acordos e apontar a China como um manipulador cambial logo no primeiro dia na Casa Branca, agora o republicano adota uma abordagem mais cautelosa.

O presidente pretende com os decretos combater abusos no setor, disseram graduados funcionários do governo. O primeiro deles pede uma revisão em grande escala para identificar “toda forma de abuso comercial e cada prática não recíproca que agora contribui para o déficit comercial dos EUA”, segundo o secretário de Comércio, Wilbur Ross.

A equipe de governo terá 90 dias para produzir um relatório que enfocará país por país, produto por produto, o que servirá de base para futuras decisões do governo relacionadas ao comércio, disse Ross a repórteres na noite de quinta-feira. Segundo o secretário, isso mostrará a intenção dos EUA de não fazer nada de maneira abrupta, mas adotar uma abordagem “equilibrada e analítica, tanto para analisar o problema como para desenvolver soluções para isso”.

Trump argumenta há tempos que os déficits comerciais ameaçam os trabalhadores dos EUA, mas Ross notou que não necessariamente eles são ruins. Em alguns casos, por exemplo, os EUA simplesmente não podem produzir o suficiente de um produto para atender à demanda doméstica. Em outros, países podem gerar produtos muito mais baratos ou melhores. O déficit comercial pode também significar que países estrangeiros investem em ativos americanos.

Ross argumentou, de qualquer modo, que os EUA têm as tarifas mais baixas que qualquer nação desenvolvida. O relatório, segundo ele, examinará se os déficits são impulsionados por questões como tarifas, obrigações específicas de comércio, regulamentações frouxas ou por regras da Organização Mundial de Comércio (OMC). O secretário disse que não haverá um foco na manipulação cambial, que está sob a alçada do Departamento do Tesouro.

O segundo decreto terá como foco a possibilidade de imposição de medidas antidumping contra países que subsidiem produtos para vendê-los abaixo do custo.

Os decretos são firmados uma semana antes de uma reunião entre Trump e o presidente chinês, Xi Jinping, na Flórida. O presidente americano escreveu na noite de quinta-feira que o encontro será “muito difícil” e que não se pode ter mais “grande déficit comercial e perda de empregos”. O déficit dos EUA com a China foi de US$ 347 bilhões no ano passado. O governo americano insistiu, porém, que os decretos não têm nada a ver com a visita nem pretendem enviar uma mensagem à China. Fonte: Associated Press.

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Páscoa deve quebrar sequência de quedas nas datas comemorativas

Comércio deve ter resultados positivos na Páscoa
Wilson Dias/ABr

O varejo pode registrar, na Páscoa, o primeiro crescimento das vendas em uma data comemorativa depois de dois anos. Desde 2015, as vendas da Páscoa, Dia das Mães, Dia dos Namorados, Dia dos Pais e Natal, as datas mais importantes para o comércio, vêm apresentando desempenho negativo.

Para a Páscoa deste ano, projeções indicam que o volume de venda real, descontada a inflação, deverá crescer 1,3% em relação à mesma data de 2016, segundo a CNC (Confederação Nacional do Comércio). Será o primeiro crescimento real desde 2014, quando houve um aumento de 2,6% nas vendas.

O avanço é pequeno, mas é um sinal importante, porque indica uma reversão de tendência. “O dado positivo para o varejo é a quebra da sequência de queda nas vendas”, diz o economista sênior da CNC, responsável pelas projeções, Fabio Bentes. Ele acredita que esse movimento não será restrito à Páscoa, mas deve se repetir também em outras datas comemorativas ao longo deste ano.

No caso da Páscoa, Bentes explica que o faturamento deve se concentrar nos hipermercados, supermercados e nas lojas especializadas. A expectativa é que esse segmento do varejo fature neste ano R$ 2,1 bilhões. Como a Páscoa é uma data móvel, isto é, não cai sempre no mesmo mês, o economista explica que fez os ajustes e considerou o desempenho registrado no mês específico em cada ano para as devidas comparações.

Inflação

Boa parte da reação de vendas deve ocorrer por causa da desaceleração da inflação, que amplia o poder de compra do consumidor. Inicialmente, diz Bentes, a expectativa era de estabilidade nas vendas da Páscoa em relação às da mesma data do ano passado. Mas, diante dos indicadores mais favoráveis que começaram a aparecer, especialmente a desaceleração da inflação, as projeções foram revisadas para cima.

O comportamento moderado do produtos e serviços geralmente mais consumidos nesta época do ano fez com que a inflação da “cesta de Páscoa”, apurada pela CNC, registrasse nos últimos 12 meses encerrados em março aumento de 4,6%. É um terço da alta atingida no ano passado (12,3%) e a menor variação para esse grupo de produtos desde 2008 (4,5%). Os cálculos foram feitos com base na prévia do índice oficial de inflação do IBGE, o IPCA-15.

Bentes observa que a variação dos preços da cesta de Páscoa poderia ser menor ainda, se não fosse a mudança da tributação do chocolate. Até 1.º de maio do ano passado, o IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados) do chocolate variava entre R$ 0,09 e R$ 0,12 por quilo. Para aumentar a arrecadação, o produto passou a ser tributado com um alíquota fixa 5% sobre o valor de venda.

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