Dívida líquida do setor público sobe para 45,9% do PIB em dezembro, diz BC

Brasília – A Dívida Líquida do Setor Público (DLSP) subiu para 45,9% do Produto Interno Bruto (PIB) em dezembro ante 43,8% de novembro. Em dezembro de 2015, estava em 35,6% do PIB. Assim, a dívida do Governo Central, governos regionais e empresas estatais terminou o ano passado em R$ 2,893 trilhões. As informações, divulgadas nesta terça-feira, 31, são do Banco Central. A instituição previa que a relação da DLSP com o PIB chegaria a 46,7% no encerramento de 2016.

Já a dívida bruta do governo geral encerrou o ano passado em R$ 4,378 trilhões, o que representou 69,5% do PIB. Em novembro, essa relação estava em 70,5% e a previsão do BC para o resultado do ano passado era de uma taxa de 71,0%. No melhor momento da série história, em dezembro de 2013, a dívida bruta chegou a 51,69% do PIB. No mês passado, a dívida bruta foi impactada positivamente pela devolução de R$ 100 bilhões do BNDES ao Tesouro.

A dívida bruta do governo é uma das principais referências para avaliação, por parte das agências globais de rating, da capacidade de solvência do País. Atualmente, um dos focos das agências é o andamento das reformas fiscais.

De acordo com o BC, a elevação na relação de dívida líquida/PIB em 2016 foi decorrente de impacto da incorporação de juros nominais (aumento de 6,5 pontos porcentuais), da valorização cambial de 16,5% no período (aumento de 3,2 pontos porcentuais), do déficit primário (aumento de 2,5 pontos porcentuais) e do efeito do crescimento do PIB nominal (redução de 1,7 ponto porcentual).

As projeções do Banco Central indicam que a dívida líquida vai atingir 52,5% do PIB em 2017 e, no caso da dívida bruta, 76,9%.

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COMECON: integração das nações do Leste Europeu

O Conselho de Assistência Econômica Mútua surgiu no contexto europeu após o final da Segunda Guerra Mundial, como resposta ao Plano Marshall

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Quatro novos radares vão começar a multar nas rodovias do ES. Veja onde eles estão!

Folha Vitória – Cidades 2
Folha Vitória – Cidades 2

Antes de começarem a atuar, os equipamentos passaram por um período de testes Foto: Reprodução

A partir da meia-noite desta quinta-feira (2) para sexta-feira (3), quatro novos radares passam a monitorar trechos de rodovias estaduais, e vão multar motoristas que trafegarem com excesso de velocidade.

 De acordo com o Departamento de Estradas de Rodagem (DER-ES) os equipamentos foram instalados nos municípios de Anchieta, Nova Venécia, São Gabriel da Palha e São Mateus.

Segundo o DER-ES, essa é uma medida de segurança não só para motoristas, mas também ciclistas e pedestres. Nos trechos de rodovias onde já foram instalados equipamentos de fiscalização, o departamento apontou que houve redução de acidentes e da gravidade dos impactos, tendo em vista que mais de 99% dos condutores respeitam o limite de velocidade da via. 

Antes da operação dos equipamentos, o DER-ES faz um estudo de viabilidade, considerando, por exemplo, o histórico de acidentes nos trechos. Além disso, antes de começarem a atuar, os equipamentos passaram por um período de testes, também para que os motoristas se habituassem com a presença deles. 

Em São Mateus, os aparelhos implantados em semáforos, além de autuarem por excesso de velocidade, vão flagrar avanço de sinal e parada sobre a faixa de pedestres.

“Os equipamentos eletrônicos coíbem infrações de trânsito e preservam vidas. Eles têm uma função educativa. Observamos que, nos locais onde há fiscalização eletrônica, há uma redução de ocorrências, e o DER-ES sempre atuará no sentido de garantir mais segurança a quem transita nas rodovias estaduais”, explicou o diretor-geral do DER-ES, Enio Bergoli.

Veja onde estão os equipamentos:

Percentual de autuação

As taxas de autuação dos equipamentos de fiscalização eletrônica, considerando o número de veículos passantes, variam entre 0,05% e 0,08%, de acordo com o DER-ES. Essa baixa taxa de autuação dos aparelhos comprova que eles são uma importante ferramenta para a educação dos condutores. O departamento explicou que é preciso considerar, também, que nem toda autuação se converte em multa, pois existem os recursos. 

O Código de Trânsito Brasileiro (CTB), no artigo 320, prevê que toda a receita arrecadada com a cobrança de multas de trânsito será aplicada, exclusivamente, em sinalização, engenharia de tráfego, de campo, fiscalização e educação para o trânsito.

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Como Eliminar Dores Musculares Pós Treino

Dor muscularVocê acorda animado e decide que finalmente é o dia de ir para a academia e treinar para valer. Firme e determinado, você espera o final do dia, realmente comparece ao treinamento e faz os exercícios. Entretanto, na manhã seguinte, quando você já está em sua casa, começa a sentir incômodas e desagradáveis dores musculares …

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Setor público tem em 2016 déficit primário de R$ 155,791 bi, pior da série do BC

Brasília – As contas do setor público consolidado (Governo Central, Estados, municípios e estatais, com exceção da Petrobras e Eletrobras) acumularam um déficit primário de R$ 155,791 bilhões em 2016, o equivalente a 2,47% do Produto Interno Bruto (PIB), informou nesta terça-feira, 31, o Banco Central. Este é o pior resultado para um ano na série histórica do BC, iniciada em dezembro de 2001.

Em 2015, o déficit acumulado foi de R$ 111,249 bilhões (1,85% do PIB) e, em 2014, de R$ 32,536 bilhões (0,56%). O setor público consolidado reúne o Governo Central (Previdência Social, Banco Central e Tesouro Nacional), os Estados, os municípios e as estatais, com exceção de Petrobras e Eletrobras.

O resultado primário de 2016 ficou dentro do intervalo da pesquisa do Projeções Broadcast, que indicou déficit primário de R$ 149 bilhões a R$ 160,3 bilhões, mas foi um resultado negativo mais intenso que a mediana, de R$ 153,650 bilhões de déficit.

A previsão do governo, contida na Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO), era de déficit de R$ 163,9 bilhões para o setor público consolidado em 2016. No caso de 2017, a projeção é de déficit de R$ 143,1 bilhões.

O déficit fiscal em 2016 pode ser atribuído ao rombo de R$ 159,473 bilhões do Governo Central (2,53% do PIB). Os governos regionais (Estados e municípios) apresentaram um superávit de R$ 4,666 bilhões (0,07% do PIB) em 2016. Enquanto os Estados registraram um superávit de R$ 6,787 bilhões, os municípios tiveram um saldo negativo de R$ 2,121 bilhão. As empresas estatais registraram um resultado negativo de R$ 983 milhões no período (0,02% do PIB).

Dezembro

O setor público consolidado apresentou déficit primário de R$ 70,737 bilhões em dezembro, informou o Banco Central. Em novembro, havia sido registrado déficit de R$ 39,141 bilhões e, em dezembro de 2015, um déficit de R$ 71,729 bilhões.

O resultado primário consolidado do mês passado ficou dentro das estimativas de analistas do mercado financeiro ouvidos pelo Projeções Broadcast, que eram de déficit, de R$ 63 bilhões a R$ 75,3 bilhões. A mediana estava negativa em R$ 67,7 bilhões.

O déficit primário de R$ 70,737 bilhões foi o segundo pior resultado da série histórica para meses de dezembro, ficando atrás apenas de dezembro de 2015.

O resultado fiscal de dezembro foi composto por um déficit de R$ 64,248 bilhões do Governo Central. Os governos regionais (Estados e municípios) tiveram um saldo negativo de R$ 6,067 bilhões no mês. Enquanto os Estados registraram um déficit de R$ 3,997 bilhões, os municípios tiveram resultado negativo de R$ 2,070 milhões. Já as empresas estatais registraram déficit primário de R$ 422 milhões.

Déficit nominal

O setor público consolidado registrou um déficit nominal de R$ 562,815 bilhões em 2016, o que representa 8,93% do PIB, informou o Banco Central. Em 2015, o resultado nominal havia sido deficitário em R$ 613,035 bilhões e, em 2014, deficitário em R$ 343,916 bilhões.

No ano passado, o Governo Central registrou déficit nominal de R$ 477,835 bilhões. Os governos regionais tiveram saldo negativo de R$ 78,389 bilhões, enquanto as empresas estatais registraram déficit nominal de R$ 6,590 bilhões.

Em dezembro de 2016, o setor público consolidado registrou déficit nominal de R$ 105,237 bilhões, após o resultado deficitário de R$ 80,428 bilhões de novembro e o rombo nominal de R$ 123,821 bilhões de dezembro de 2015.

No mês passado, o governo central registrou déficit nominal de R$ 93,619 bilhões. Os governos regionais tiveram saldo negativo de R$ 10,767 bilhões, enquanto as empresas estatais registraram déficit nominal de R$ 851 milhões.

Gasto com juros

O setor público consolidado teve gasto de R$ 407,024 bilhões com juros em 2016, informou o Banco Central. O gasto equivale a 6,46% do PIB. Em 2015, essa despesa foi de R$ 501,786 bilhões (8,36% do PIB) e, em 2014, de R$ 311,380 bilhões (5,39% do PIB).

De acordo com o Banco Central, o Governo Central teve no ano passado despesas na conta de juros de R$ 318,362 bilhões. Já os governos regionais registraram gasto com esta conta de R$ 83,055 bilhões e as empresas estatais, de R$ 5,607 bilhões.

Somente em dezembro, o gasto com juros somou R$ 34,499 bilhões, após esta despesa somar R$ 41,287 bilhões em novembro. O governo central teve no mês passado despesas na conta de juros de R$ 29,370 bilhões. Os governos regionais registraram gasto de

R$ 4,701 bilhões e as empresas estatais, de R$ 428 milhões.

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