Colisão frontal na DF-290 deixa dois feridos

Uma colisão frontal entre dois carros, na DF-290, que liga o Gama a Engenho das Lages, deixou duas pessoas feridas, na tarde deste sábado (20). De acordo com o Corpo de Bombeiros, Leonardo Matias Dunga de 22 anos dirigia um CrossFox, placa NEW-5369, e foi conduzido ao Hospital Regional do Gama (HRG) com suspeita de fratura na costela e na perna esquerda.

 

Ainda segundo a corporação, Jair Barbosa dos Santos, 59 anos, motorista do outro veículo envolvido no acidente, teve uma fratura no braço e na perna esquerda. No entanto, ele foi conduzido ao HRG consciente, orientado e estável.
A Polícia Militar do DF interditou a via e os motoristas foram orientados a seguir pelo acostamento.

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França investiga suspeita de suborno na venda de submarinos ao Brasil

Scorpène é um submarino de ataque convencional, fabricado pela França Crédito: Mychele Daniau / Arquivo AFP / CP

A Justiça francesa investiga a denúncia de pagamento de suborno ligado ao gigantesco contrato de venda de submarinos Scorpène para o Brasil, firmado em 2008 – informou o jornal francês Le Parisien, neste sábado, em sua edição on-line.

Uma fonte próxima ao caso confirmou para a AFP a existência de uma investigação por suspeita de “atos de corrupção na venda de submarinos”, mas sem dar mais detalhes. Questionada pela agência de notícias, a Procuradoria Nacional Financeira (PNF) “não confirmou, nem negou” as informações.

A investigação por suspeita de “corrupção de funcionários públicos estrangeiros” gira em torno do contrato de venda de quatro submarinos de ataque Scorpène, assinado em 23 de dezembro de 2008, no Brasil, pelo então presidente francês, Nicolas Sarkozy, e pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Da ordem de 6,7 bilhões de euros, esse acordo incluía uma importante transferência de tecnologia para o Brasil.

O Scorpène é um submarino convencional, de última tecnologia, fabricado pelo estaleiro naval francês DCNS (Direction des Constructions Navales Services) em cooperação com o espanhol Navantia. Chile e Malásia têm dois desses submarinos. A Índia adquiriu seis, dos quais três já foram entregues. À AFP, um porta-voz da DCNS disse que a companhia “não ter nada a ver com a Operação Lava Jato”, acrescentando que a empresa “respeita escrupulosamente, no mundo todo, as regras do

Direito”.

A procuradora-geral da PNF, Eliane Houlette, esteve recentemente no Brasil, à frente de uma delegação, da qual também participou o chefe do Departamento Anticorrupção da Polícia (Oclciff, na sigla em francês), Thomas de Ricolfis. Em nota de 9 de maio, ao comentar a visita dos franceses, o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, evocou a possibilidade de desenvolver investigações conjuntas sobre “casos concretos” de corrupção que “afetam ambos os países”.

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Jovem surta e esfaqueia o pai em Cidade Continental, na Serra

Folha Vitória – Cidades 4
Folha Vitória – Cidades 4

Vizinhos disseram para a polícia que esta não foi a primeira vez em que o jovem machuca o pai
Foto: Reprodução

Um jovem, de 18 anos, que não teve a identidade divulgada pela polícia, esfaqueou o pai, um aposentado, de 66 anos, em Cidade Continental, na Serra. A tentativa de homicídio aconteceu na manhã deste sábado (20), por volta das 11h30, quando o pai foi levar uma marmita para o filho.  

De acordo com informações da polícia, o jovem é diagnosticado com esquizofrenia, uma doença mental crônica que se manifesta na adolescência ou início da idade adulta. Vizinhos da vítima contaram para a polícia que o filho mora na mesma rua em que o pai também mora e na manhã deste sábado (20), ele teria surtado quando o pai foi levar uma marmita para o filho se alimentar.  

Ainda de acordo com vizinhos do aposentado, o jovem morava sozinho e o pai cuidada dele e levava alimentos para o filho todos os dias. Esta não teria sido a primeira vez em que o pai foi ferido pelo filho.  

Após ter atacado o pai, o jovem foi contido por policiais militares que foram acionados por vizinhos. O jovem foi encaminhado para a Delegacia Regional da Serra, em Laranjeiras.  O aposentado foi socorrido consciente por uma ambulância do Samu e encaminhada para o Hospital Jayme Santos Neves, na Serra, onde passou por uma cirurgia.  

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Tratamento de pré-hipertensão reduz desenvolvimento de pressão alta

Pacientes medicados apresentaram redução de quase 45% no desenvolvimento da hipertensão, diz estudo
Thinkstock

Uma pesquisa científica de âmbito nacional coordenada por pesquisadores do HCPA (Hospital de Clínicas de Porto Alegre) mostrou que o tratamento contra a pressão alta é mais eficaz quando iniciado na fase de pré-hipertensão. O estudo, batizado de Prever Prevenção pelos pesquisadores, contou com a participação de 31 cientistas de 11 estados brasileiros e dos Estados Unidos.

A primeira parte da pesquisa foi realizada com pacientes que registraram pressão arterial entre 120/80 milímentro Hg (mmHg) e 139/89 mmHg, ou seja, na fase de pré-hipertensão. Em um primeiro momento, eles receberam orientações e suporte para modificar a alimentação e praticar exercícios físicos com regularidade, explicou uma das coordenadoras da pesquisa, Sandra Fuchs, professora de Medicina da UFRGS (Universidade Federal do Rio Grande do Sul) e pesquisadora do HCPA.

— Se a pessoa não reduzisse a pressão em três meses, tendo esse apoio, tendo esse material ilustrativo, ela era então convidada para participar do estudo propriamente dito.

Os pacientes pré-hipertensos foram, então, divididos em dois grupos. O primeiro grupo foi medicado com meia dose diária de um diurético composto por clortalidona e amilorida, enquanto o segundo recebeu um comprimido de placebo por dia. Os pesquisadores, então, realizaram avaliações trimestrais com os participantes para aferir a pressão arterial e avaliar possíveis aumentos ou reduções da dosagem, de acordo com a evolução do quadro de cada um.

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Ao fim dos 18 meses, os cientistas verificaram que os pacientes medicados com diurético apresentaram redução de quase 45% no desenvolvimento de pressão alta, em comparação com aqueles que receberam o placebo, ressaltou Sandra.

— Quase metade deixou de se tornar hipertenso porque tomou esse medicamento em baixa dose.

Outro resultado verificado nessa primeira parte do estudo foi a redução da massa ventricular do coração nos pacientes que receberam clortalidona e amilorida. O aumento de massa é uma reação fisiológica do coração ao aumento da pressão sanguínea.

— Com o tempo, passa a ser patológico. Aí se inicia o desenvolvimento de doenças cardíacas.

Essa redução de massa não foi verificada em pacientes medicados com placebo.

A professora Sandra Fuchs acredita que os resultados do estudo deveriam servir de base para mudanças nas diretrizes nacionais de tratamento da hipertensão.

— Não podemos mais aceitar que um sujeito com 135 mmHg seja mandado para casa sem nenhum medicamento, apenas com orientações para mudanças no estilo de vida.

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Ela ressaltou que a pressão alta é a maior causa de morte em todo o mundo.

— O tratamento na fase de pré-hipertensão certamente salvaria muitas vidas.

Pacientes hipertensos

A segunda etapa da pesquisa  foi feita com pacientes que já se encontravam na fase de hipertensão, ou seja, com pressão arterial acima de 140/90 mmHg.

Os voluntários foram divididos em dois grupos pelos pesquisadores. O primeiro grupo foi tratado com o mesmo medicamento do estudo anterior, composto por clortalidona e amilorida, enquanto o segundo recebeu o diurético Losartana, fornecido gratuitamente pelo Sistema Único de Saúde a pessoas com hipertensão. Os pacientes também foram avaliados a cada três meses pelo período de 18 meses, como na primeira fase do estudo.

Ao fim do período, os participantes do primeiro grupo apresentaram redução de 2,3 mmHg na pressão sistólica em comparação com o segundo grupo. Além disso, os voluntários que receberam Losartana precisaram de doses maiores da medicação para controlar a pressão arterial, ressaltou a professora Sandra Fuchs. Segundo ela, o diurético feito à base de clortalidonia e amilorida é um medicamento de baixo custo, mais barato que a Losartana.

— A hipertensão é o principal fator de risco para o desenvolvimento de doença cardiovascular. Por isso, é importante saber qual o medicamento que funciona melhor para baixar a pressão do paciente.

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A pesquisadora, no entanto, disse que respeita a autonomia e a convicção dos médicos para prescrever medicamentos.

— O que o nosso estudo faz é trazer novas informações que não estavam disponíveis e, a partir disso, as pessoas têm de reconhecer que a pesquisa, sendo válida, está mostrando qual é o tratamento que funciona melhor.

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