Passageiros do metrô do Rio já podem ir da Tijuca à Barra sem trocar de trem

Linha 4 foi inaugurada durante os Jogos Olímpicos
Divulgação

Os passageiros do metrô no Rio poderão ir da Estação Uruguai, linha 1, na Tijuca, zona norte, até a Estação Jardim Oceânico, na Barra, linha 4, zona oeste, em meia hora, sem trocar de trem. Antes, os passageiros precisavam fazer a mudança de trens na Estação General Osório, Ipanema, zona sul, para ir para a Barra da Tijuca, zona oeste.

De acordo com a concessionária que administra o transporte, o tempo da viagem foi reduzido em 10 minutos. O trajeto entre a Barra e o centro passa a ser feito em 30 minutos.

O trajeto da linha 4 vai da estação Jardim Oceânico até a General Osório, enquanto a linha 1 vai da General Osório até a Uruguai. A linha 2 começa na estação Botafogo, na zona sul, e vai até a estação Pavuna, na zona norte.

Os intervalos entre os trens da linha 4 serão reduzidos para quatro minutos e 30 segundos, nos horários de maior movimento de passageiros. Com a integração, os intervalos entre os trens foram reduzidos em dois minutos.

Inauguração linha 4

A linha 4 do metrô iniciou sua operação durante os Jogos Olímpicos, exclusivamente para os participantes do evento, e foi aberta ao público de maneira ampla em setembro do ano passado com funcionamento de segunda a sexta-feira, das 6h às 21h. Em novembro, passou a operar aos sábados e, em dezembro, de segunda-feira a sábado, das 5h à meia-noite, e aos domingos e feriados, das 7h às 23h, tendo na Estação General Osório o ponto de transferência.

Para a trabalhadora doméstica Beatriz Souza, que mora em Campo Grande, zona oeste, e trabalha na Tijuca, a mudança representa mais alguns minutos de sono pela manhã. “Vou poder dormir até mais tarde. Em vez de acordar às 4h, já posso colocar o despertador para 4h10”, brincou ela. “Só de não precisar trocar de trem já é um conforto. Melhor ainda vai ser quando construírem uma estação em Campo Grande”, completou.

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Indian Chieftain Jack Daniel’s Limited Edition

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Motorista de caminhão morre após ficar embaixo de carga de feijão na Bahia

Caminhão estava em um buraco ao lado da rodovia
Divulgação/Corpo de Bombeiros

Na última de sexta-feira (24), por volta das 22h, o Corpo de Bombeiros retirou o corpo de um caminhoneiro, que estava preso às ferragens do veículo que transportava feijão, após um acidente com um veículo de passeio. O acidente ocorreu na BA-093, entre os municípios de Pojuca e Araçás, localizado a cerca de 100 km de Salvador.

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Apesar do acidente ter ocorrido na noite anterior, o corpo de Maurício Ferreira só foi retirado um dia depois, pois estava debaixo da  carga. De acordo com os bombeiros, foi necessário a utilização de um guindaste para suspender a cabine do caminhão para ser retirado o corpo do condutor . Além disso, o caminhão estava em um buraco ao lado da rodovia.

Os corpos dos dois ocupantes do veículo de passeio, que não tiveram as identidades reveladas, foram retirados na noite de quinta-feira. As vítimas foram encaminhadas para o DPT (Departamento de Polícia Técnica).

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STJ concede prisão domiciliar a mulher de Cabral

Adriana Ancelmo está presa em Bangu 8
Folha Vitória – Cidades 3

A ministra Maria Thereza de Assis Moura, do STJ (Superior Tribunal de Justiça), concedeu habeas corpus permitindo que Adriana Ancelmo, esposa do ex-governador Sergio Cabral, fique em prisão domiciliar. A decisão foi divulgada pelo tribunal na noite desta sexta-feira (24).

Adriana está presa no Complexo Prisional de Bangu, acusada de envolvimento em crimes de corrupção praticados pelo seu marido e outras pessoas, inclusive com a utilização de seu escritório de advocacia para receber altas quantias de propina.

Ela havia recebido o benefício de prisão domiciliar no dia 17, em decisão do juiz federal Marcelo Bretas, mas a medida havia sido cassada, a pedido do MPF (Ministério Público Federal), pelo TRF2 (Tribunal Regional Federal da 2ª Região).

Os advogados de Adriana recorreram ao STJ, que decidiu em caráter liminar pela saída dela de Bangu. O motivo alegado pela defesa é que ela tem dois filhos menores de idade para cuidar, de 11 e 14 anos, que estão privados da convivência de ambos os pais, pois Cabral também está preso.

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Após troca de comando, ações da Usiminas caem

São Paulo – Um dia após a troca de gestão da Usiminas, as ações da siderúrgica mineira encerraram em baixa de 2,88%, cotadas a R$ 4,05. O recuo dos papéis também reflete a queda dos preços do minério de ferro, afetando ontem as ações das outras siderúrgicas do País.

No caso da Usiminas, a mudança de comando falou mais alto. Na quinta-feira, o conselho de administração da companhia votou pela saída do presidente Rômel de Souza, nome de confiança do grupo japonês Nippon Steel, um dos sócios do bloco de controle do grupo. O executivo Sérgio Leite foi reconduzido à presidência.

A Ternium, também sócia controladora e que está em litígio com a Nippon, afirmou ontem, em nota, que Souza, presidente destituído, “violou gravemente a lei, o estatuto e as regras de compliance da Usiminas ao assinar sozinho e ilegalmente um memorando estratégico com a japonesa Sumitomo sem o conhecimento do conselho, diretoria ou departamento jurídico da companhia”

Em comunicado, a Nippon Steel informou que tomará todas as medidas legais cabíveis contra a destituição de Souza. O conglomerado japonês destacou que a ação foi ilegal e ilegítima, já que, segundo a companhia, violou o acordo de acionistas, que prevê consenso entre seus signatários. O advogado Luiz Fraga. do escritório BMA, que defende a Ternium, rebateu e disse que dada a gravidade do caso o entendimento da Ternium foi que era necessário adotar o voto livre considerando o melhor interesse da companhia.

Essa é a segunda vez, em menos de um ano, que o conselho da Usiminas destitui Souza. Leite foi eleito presidente em abril do ano passado, mas perdeu o cargo após uma decisão judicial em outubro favorável ao grupo japonês. Os dois sócios deram início, em setembro de 2014, a uma das maiores disputas societárias do País.

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