Criminosos roubam caminhão com quase 300 kg de dinamite no interior de São Paulo

Um caminhão carregado de explosivos foi roubado no município de Nazaré Paulista, no interior de São Paulo, no início da noite desta segunda-feira (24). Conforme a PM (Polícia Militar), a quantidade do material é estimada entre 250 e 300 quilos em bananas de dinamite. A carga seria entregue em um canteiro de obras da Sabesp (Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo) no município próximo de Bragança Paulista.

O motorista do caminhão foi rendido por um grupo de ao menos três criminosos, que chegaram à região em um veículo preto, também usado na fuga. Ninguém havia sido preso até às 7h desta terça-feira (25). A principal suspeita é de que os bandidos estejam envolvidos em ataques a caixas eletrônicos com uso de explosivos.

O caso será investigado pela Polícia Civil de Atibaia, cidade localizada a cerca de 25 quilômetros de Nazaré Paulista — município que tem cerca de 16,5 mil habitantes.

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Criminosos roubam caminhão com quase 300 kg de dinamite no interior de São Paulo

Um caminhão carregado de explosivos foi roubado no município de Nazaré Paulista, no interior de São Paulo, no início da noite desta segunda-feira, 24. Conforme a Polícia Militar (PM), a quantidade do material é estimada entre 250 e 300 quilos em bananas de dinamite. A carga seria entregue em um canteiro de obras da Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp) no município próximo de Bragança Paulista.

O motorista do caminhão foi rendido por um grupo de ao menos três criminosos, que chegaram à região em um veículo preto, também usado na fuga. Ninguém havia sido preso até às 7h desta terça-feira, 25. A principal suspeita é de que os bandidos estejam envolvidos em ataques a caixas eletrônicos com uso de explosivos.

O caso será investigado pela Polícia Civil de Atibaia, cidade localizada a cerca de 25 quilômetros de Nazaré Paulista – município que tem cerca de 16,5 mil habitantes.

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JK se manifesta

A crônica que eu publiquei no dia 21 de abril pelos 57 anos de Brasília foi encontrada pela Lia Dinorah na página da internet do Recanto de Maria, o REMA, assinada “Um simples candango brasileiro”. Logo que li liguei, pela beleza e sensibilidade do artigo, para a dona Irene Pacheco para saber a origem. Ela mesma não sabia e me perguntou onde eu havia achado. Minutos depois ela me ligou para dizer que aquela mensagem foi psicografada por ela no dia do aniversário da capital, em 2014, pelo espírito do criador Juscelino Kubitscheck. Uma beleza de carta enviada pelo grande JK, homenageando os candangos e sua Brasília!

Mais um título

No último domingo, a tenista número 1 do Brasil, Natália Mayara, foi mais uma vez campeã do torneio Uberlândia Wheelchair Tennis Open 2017. Esse ano ela já conquistou uma sequência de certames internacionais, inclusive nesta próxima quinta-feira, Natália estará viajando para participar de um torneio de tênis na Itália. Que traga na bagagem mais uma vitória!

Na telinha

No Programa Gilberto Amaral que vai ao ar hoje, às 21h30, no Canal 12 da NET, entrevista especial com o presidente da Caixa, Gilberto Occhi.

Cultura em alta

Quem participou do VI Retiro Suzuki de Música de Brasília pôde se encantar com as mais de 200 crianças e inúmeros professores de todo o Brasil com seus violinos, cellos, violas e flautas. O evento aconteceu na Escola de Música de Brasília e teve como encerramento um Concerto regido pelo renomado maestro Fredi Gerling, vindo do Rio Grande do Sul especialmente para a festa.

Ações

Agora de manhã, os ministros da Educação, Mendonça Filho, e da Saúde, Ricardo Barros, anunciam ações para fortalecer a atuação das equipes de saúde nas escolas públicas. Durante o evento, será lançado novo edital convocando os municípios a participarem desse programa. Quem aderir à iniciativa receberá recursos para adotar ações de prevenção e promoção à saúde voltada a crianças e adolescentes da rede pública de ensino do país.

Desenvolvimento

A Delegação da União Europeia no Brasil participa, até o dia 28, no Estádio Mané Garrincha, do IV Encontro dos Municípios com Desenvolvimento Sustentável, no qual apresentará modelos bem-sucedidos e iniciativas de cidades inteligentes sustentáveis em diferentes localidades da Europa. Amanhã, às 12h30, o embaixador da União Europeia no Brasil, João Gomes Cravinho, participará da cerimônia de lançamento dos projetos Fortalecer Municípios e Proteção de Crianças e Adolescentes em Eventos e Festas Populares, ambos co-financiados pelo bloco.

Declarações do IR

A Receita Federal recebeu até o fim da tarde de ontem, 17.087.623 de declarações. A expectativa é de que 28,3 milhões de contribuintes entreguem o documento. Neste ano o programa Receitanet foi incorporado ao PGD IRPF 2017, não sendo mais necessária a sua instalação em separado. A Receita alerta que os contribuintes que perderem o prazo estarão sujeitos ao pagamento de multa mínima de R$ 165,74 e máxima de 20% do imposto devido.

Parabéns Unieuro

Ainda repercute nos meios acadêmicos a grande festa preparada pelo Centro Universitário Unieuro para celebrar a destacada nota 04 do Índice Geral dos Cursos (IGC), emitida pelo Ministério da Educação em reconhecimento a qualidade ímpar da instituição. O Unieuro figura entre os melhores centros universitários de Brasília. As comemorações ocorreram em suas três unidades, localizadas nas asas Sul e Norte e em Águas Claras, locais em que foram reunidos o corpo docente e alunos, responsáveis diretos pelo grande êxito.

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Professor cria família voltada para o handebol

Rosana Jesus
rosana.jesus@jornaldebrasilia.com.br

A família do treinador César Rodrigues, de 28 anos, é o time de handebol. Ele treina cerca de 50 jovens que não possuem condições financeiras para custear uma escolinha e diz que essa sempre foi sua paixão. ‘Cesinha’ – como gosta de ser chamado – faz esse trabalho voluntário há nove anos na Cidade Ocidental (GO).

Desde que decidiu adotar uma família diferente da do próprio sangue, o atleta e educador físico tem como maior desafio arrecadar dinheiro para bancar as inscrições, viagens e alimentações dos atletas carentes em campeonatos.

Cesinha se dedica ao esporte desde 2003. Mas foi sete anos depois, quando participou do projeto “Profeta Segundo Tempo”, que teve a ideia de criar o IDESP (Instituto de Eduardo Santos Paulino).

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O nome do projeto ( IDESP) é em homenagem ao ex-atleta Eduardo Santos Paulino, que morreu em 2014, aos 16 anos, em um acidente de motocicleta.
Os treinos comandados por Cesinha são realizados três vezes por semana e duram cerca de duas horas, no ginásio de esportes da Cidade Ocidental.
A equipe Sevem Comandos IDESP já ganhou vários prêmios participando de competições em diversas cidades, no Goiás, no Distrito Federal e também em locais mais distantes.
Trindade (GO), Anápolis (GO), Catalão (GO), Caçu (GO), Inhumas (GO), Jaraguá (GO), Britânia (GO) e até São Paulo já foram visitados pela equipe.

Atualmente, a equipe é composta por mais de 50 jovens de classe baixa. A maior parte deles estuda em escola pública, o restante é bolsistas em instituições privadas.

“O esporte precisa ser contínuo e alguém tem que fazer isso por ele. Eu dava aula em uma escola aqui da região, então tive a ideia de convidar algumas crianças para treinar no ginásio da cidade. Quando percebi, já tinha quase 60 inscritos”, relata o educador.

Cesinha fala sempre com entusiasmo sobre seus atletas e afirma que todos são dedicados e disciplinados. De acordo com ele, o principal lema do esporte é a educação e sempre passa isso para os alunos. Prova disso é que para participar assiduamente dos treinamentos, os inscritos têm que apresentar bom desempenho escolar.

“Eles não querem parar de treinar, então, se estão indo mal na escola, são cobrados aqui, e melhoram, pois não querem parar de jogar handebol”, conta Cesinha.

Família “presente”

Embora conte com o apoio dos pais no projeto, Cesinha admite que é difícil ter a presença das famílias dos alunos durante os treinos. O contato se torna maior quando há uma competição.

“Até aquele pai que não leva o handebol muito a sério, se emociona quando vê o filho jogando como um profissional”, exalta Cesinha. “Mesmo assim, conheço menos da metade dos pais dos meus alunos”, lamenta o treinador.

As viagens para competições mais distantes são outro empecilho para Cesinha. Ele esclarece que sempre entra em contato com os responsáveis pelos atletas, mas, por vezes, nem sequer obtém uma resposta.

“A maioria apenas assina a autorização, outros nem permitem a viagem. Isso acontece, na maior parte das vezes, como forma de castigo, porque o atleta está indo mal na escola ou algo do tipo”, afirma o técnico.

Cesinha diz entender a proibição dos pais, mas aconselha outros tipos de punições. “Tirar o celular ou o computador da criança seria uma forma de castigar sem precisar privar do esporte”, confia.

Tem aluno pensando em seleção

Fascinado por esporte, o professor Cesinha incentiva os pais a iniciarem seus filhos nas atividades físicas ainda criança. Para ele, quanto mais cedo o jovem entre em contato com o esporte, mais ele tem chance de se destacar. “Criança gosta de diversão, então um acaba chamando o outro e quando eles percebem já estão envolvidos e levando o esporte realmente a sério”, esclarece.

É embasado neste raciocínio que ele tem feito seus alunos sonharem alto. “Temos uma goleira que sonha jogar na seleção brasileira, ela tem apenas 10 anos, mas tem o meu total apoio para isso. Sempre falo para ela que o nosso objetivo é fazer com que ela chegue lá”, garante. “A outra atleta entrou no Facebook da seleção e pediu materiais básicos para os jogos. Eles são apaixonados pelo que fazem e é isso que me deixa feliz”, se orgulha.

A IDESP não conta com nenhum tipo de apoio governamental ou patrocínio privado. As despesas são pagas com a venda de chaveiros, geladinhos e rifas. A equipe sonha em organizar grandes eventos desportivos, mas Cesinha afirma não ter meios financeiros.

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Após susto, Foresti lamenta impaciência

Rosana Jesus
rosana.jesus@jornaldebrasilia.com.br

O impressionante acidente que tirou Lucas Foresti da corrida 2 da Stock Car, no Velopark, no último domingo, não abalou o piloto brasiliense. Um dia após se chocar com Antonio Pizzonia e deixar a pista de ambulância – com dores no pescoço e um corte na perna –, Foresti garante que estará pronto para a próxima etapa da categoria, em 21 de maio, em Santa Cruz do Sul. Pizzonia, por sua vez, será obrigado a largar em último lugar, como punição pelo acontecimento.

A forte colisão ocorreu quando Pizzonia tocou em Tuka Rocha, rodou e ficou parado no canto da pista. Na pressa de voltar ao traçado normal, o piloto amazonense acelerou para o centro da pista, quando foi atingido em cheio pelo carro de Lucas Foresti, a quase 200km/h.

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A primeira corrida da rodada dupla foi vencida por Thiago Camilo. O segundo lugar do pódio foi ocupado por Cacá Bueno, enquanto Ricardo Maurício chegou em terceiro.
Além de Foresti, Pizzonia e Tuka Rocha, Alberto Valério e Dennis Navarro também foram atingidos no acidente da segunda prova. Quem venceu a corrida foi o atual campeão da Stok Car, Felipe Fraga.

Foresti teve de levar cinco pontos na perna e ainda sente dores no corpo. Mais tranquilo, porém, ele crê que o incidente poderia ter sido evitado. “A impaciência dele poderia ter causado um acidente grave. Por outro lado, temos que considerar que ele deve ter sido orientado pela equipe para agir daquela forma, então, no momento da adrenalina, deu no que deu”, analisa o piloto brasiliense.

Apesar de reprovar a atitude do experiente Antonio Pizzonia, Foresti aceitou o pedido de desculpas feito prontamente após o acidente. “Eu estava indo bem na prova, mas, infelizmente, não deu para completar. No mesmo dia, ele (Antonio Pizzonia) me mandou mensagem pedindo desculpas, agora vamos seguir em frente, afinal, essas coisas acontecem no esporte. Foi apenas um acidente de corrida”, minimizou o brasiliense, que projeta voltar a treinar na próxima semana, assim que tirar os pontos.

Pelas redes sociais, Antonio Pizzonia pediu desculpas também aos demais prejudicados. “Infelizmente, os carros vinham exatamente em um dos ‘pontos cegos’. O pouco que eu via, era pista livre e como estava em uma zona de perigo, minha reação foi tentar sair dali o mais rápido possível”, justificou. “O maior prejudicado poderia ter sido eu mesmo sendo acertado em “T” e até uma fatalidade poderia ter acontecido”, emendou.

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