Perícia constata que carro utilizado em tentativa de roubo ao Banco do Brasil foi adulterado

A perícia do Instituto de Criminalística do ITEP constatou que o veículo Corolla, utilizado no dia 9 de maio em uma tentativa de roubo a agência do Banco do Brasil da BR-101, foi adulterado e tinha registro de roubo. Segundo o perito criminal André Rocha, a descoberta aconteceu após uma minuciosa avaliação de todos os sinais identificadores do veículo.

“O veículo tinha vários elementos de identificação alterados, inclusive a placa e o chassi, mas nós conseguimos encontrar um desses sinais que estava sem alteração, possibilitando a identificação precisa do veículo, inclusive constatando que o mesmo tinha queixa de roubo”, destacou o perito.

Em casos como este, o trabalho da perícia é fundamental no auxílio às investigações da Polícia Civil. “Com a comprovação de que o veículo era adulterado é possível chegar aos suspeitos através das informações acerca do roubo do carro”, conclui André Rocha.

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Picciani cobra Pezão por repasse para Alerj e fala em análise de impeachment

Pedido de impeachment de Pezão pode ser aceito

Valter Campanato/26.01.2017/Agência Brasil

Numa aparição inesperada para conduzir a aprovação do projeto de lei que eleva a contribuição previdenciária dos servidores públicos do Estado do RJ, o presidente da Alerj (Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro), Jorge Picciani (PMDB), aproveitou para cobrar o governador Luiz Fernando Pezão (PMDB) sobre os atrasos no repasse mensal para o orçamento do Legislativo, conhecido como duodécimo, que é definido na Constituição. Para Picciani, o atraso é crime de responsabilidade e poderá servir de base para pedidos de impeachment do governador.

Em breve discurso, na mesa diretora, para apoiar a elevação da contribuição previdenciária, Picciani afirmou que ainda não tem uma decisão tomada.

— Vou decidir na próxima semana sobre todos os pedidos de impeachment.

Pouco antes de abrir a sessão da tarde desta quarta-feira, 24, na Alerj, Picciani disse que alertou Pezão.

— Hoje eu avisei ao governador que a Alerj só recebeu o duodécimo de fevereiro, enquanto outros poderes já receberam o de maio. Isso é crime de responsabilidade. É um assunto que eu tratarei a partir da semana que vem, porque há um cerceamento do funcionamento do Legislativo.

Ao defender a proposta de elevação da contribuição previdenciária, Picciani disse que não participou da articulação em torno do projeto de lei nos últimos dias. O presidente estava afastado desde 11 de abril, para fazer tratamento médico. Desde então, a presidência estava sendo exercida por André Ceciliano (PT), um dos vice-presidentes. Picciani elogiou a inclusão de uma emenda que condiciona a elevação da alíquota previdenciária ao pagamento em dia do salário dos servidores.

Logo na abertura da sessão, por volta de 16 horas, os deputados estaduais aprovaram a elevação da contribuição previdenciária dos servidores públicos de 11% para 14% do salário bruto. Um substitutivo do projeto de lei enviado pelo Executivo teve o texto-base aprovado no plenário por 39 votos a favor e 26 contra. Neste momento, os deputados seguem discutindo as emendas apresentadas para serem votadas em destaque.

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Perícia é 'única diligência por ora deferida' em investigação sobre Temer, diz Fachin

Fachin disse que irá deliberar sobre pedido de Temer
BBC Brasil

Despacho do ministro Edson Fachin, do STF (Supremo Tribunal Federal), esclarece que a perícia nos áudios gravados pelo empresário Joesley Batista é a “única diligência por ora deferida” no inquérito em que o presidente Michel Temer (PMDB), o senador Aécio Neves (PSDB-MG) e o deputado Rodrigo Rocha Loures (PMDB-MG) são investigados.

— Mantenha-se a continuidade, exclusivamente, da perícia em curso. 

A comunicação do ministro vem após a defesa de Temer pedir que o presidente não preste depoimento até a conclusão da análise da conversa entre Temer e o delator, um dos sócios da Holding J&F, detentora da JBS, controladora da marca Friboi. Os advogados Antônio Mariz e Gustavo Guedes pediram também “que, se o Presidente da República for ouvido, deverá sê-lo em ato presidido por Vossa Excelência ou responder por escrito quesitos adredemente elaborados”.

Pedindo o retorno do inquérito da PF ao STF, Fachin diz que vai deliberar sobre esse pedido de Temer e outros que foram apresentados.

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O ministro também decidiu encaminhar à PF o laudo encomendado pela defesa do presidente “para consideração”.

Depoimento

Foi a defesa de Temer que informou ter sido procurada pela Polícia Federal perguntando “a data em que o Presidente poderia ser inquirido” pela autoridade policial. Imediatamente, os advogados do presidente encaminharam ao ministro Edson Fachin, do STF, o pedido para que ele suspenda a realização do depoimento até a perícia.

— Com o devido respeito, entende-se como providência inadequada e precipitada, conquanto ainda pendente de conclusão a perícia no áudio gravado por um dos delatores, diligência extremamente necessária diante das dúvidas gravíssimas levantadas — até o momento — por três perícias divulgadas. 

Na prática, o despacho de Fachin impede a PF a colher depoimento, mas o ministro não deixou claro se havia consentido a marcação de depoimento ou não. É de praxe que a PGR requeira ao STF autorização para colher depoimentos. No caso do inquérito aberto contra Temer, o senador Aécio Neves e o deputado federal Rodrigo Rocha Loures, contudo, não havia um pedido formal para colher depoimento, tampouco decisão neste sentido.

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Segurança em Brasília terá 1.500 militares do Exército e da Marinha

O patrulhamento da Esplanada dos Ministérios contará com 1.500 militares – sendo 1.300 do Exército e 200 da Marinha – e deverá começar ainda na noite desta quarta-feira. Numa primeira etapa da operação, receberão reforço no policiamento os prédios do Palácio do Planalto, do Itamaraty, do Ministério da Defesa e das três forças, Exército, Marinha e Aeronáutica. Prédios que foram atacados também receberão reforço de tropas, assim com nos Palácios da Alvorada e do Jaburu.

O Ministério da Defesa informou também que não vai atuar nos gramados e nas vias, cujo policiamento ficará a cargo da Polícia Militar e, eventualmente, da Força Nacional de Segurança. A ideia é garantir o direito de ir e vir dos funcionários.

O presidente Michel Temer acionou nesta quarta-feira a Garantia da Lei e da Ordem (GLO) para que as Forças Armadas façam a segurança da Esplanada dos Ministérios, após protesto que deixou prédios de várias pastas depredados.

O decreto de Temer foi publicado em edição extra do Diário Oficial da União e estabelece que as tropas federais atuarão na capital por uma semana, até o dia 31. A área específica de atuação, no Distrito Federal, será delimitada pela Defesa.

A GLO é invocada, segundo a Defesa, quando há “esgotamento das forças tradicionais de segurança pública, em graves situações de perturbação da ordem”. O dispositivo constitucional, que é de atribuição exclusiva do presidente da República, prevê que os militares podem, provisoriamente, atuar com poder de polícia.

O governo explica que emprego da GLO é diferente de autorizar a intervenção militar, o que acontecia na ditadura. Ele foi utilizado durante as Olimpíadas e a Copa do Mundo para garantir a segurança das pessoas no Distrito Federal.

Os manifestantes quebraram vidros, picharam e invadiram os prédios na Esplanada. Segundo funcionários do Ministério da Agricultura, os manifestantes invadiram o prédio e atearam fogo no auditório, no térreo. Além disso, quebraram os porta-retratos na galeria dos ex-ministros. A tropa de choque entrou e ajudou os servidores a deixarem o local.

Próximo ao ministério da Saúde e do Planejamento, também havia outros focos de incêndio. No Ministério do Planejamento, os manifestantes pegaram os sofás da portaria, os colocaram do lado de fora do prédio e atearam fogo. No ministério da Cultura, documentos e computadores foram jogados para fora do prédio.

Também houve registro de depredação nos ministérios da Fazenda, Turismo e Minas e Energia.

 

O Globo

 

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Brasília terá 1.500 militares após convocação de Temer

Tropas passaram a ocupar o Planalto, o Itamaraty, o Ministério da Defesa e os Comandos da Marinha e da Aeronáutica
Dida Sampaio/Estadão Conteúdo

A convocação das Forças Armadas nas ações de GLO (Garantia da Lei e da Ordem) nos prédios da Esplanada dos Ministérios e palácios do governo federal contarão com 1.300 militares do Exército e 200 fuzileiros navais.

A decisão do emprego militar em Brasília foi feita por decreto do presidente da República, Michel Temer, após os atos de vandalismos contra os prédios da Esplanada durante manifestações nesta quarta-feira (24).

De acordo com o governo, as tropas das Forças Armadas passaram a ocupar o Palácio do Planalto, o Palácio do Itamaraty, o Ministério da Defesa e os Comandos da Marinha e da Aeronáutica.

O decreto assinado pelo presidente Temer tem prazo até o dia 31 de março e é exclusivo para os prédios públicos. Quaisquer atos de vandalismo, por exemplo, que ocorram no gramado da Esplanada dos Ministérios, a ação será da Polícia Militar do Distrito Federal e demais órgãos de segurança pública do Distrito Federal.

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